A pesquisa é modelo para Defensorias Públicas de todo o país
No intuito de fazer uma análise técnica da continuidade do projeto “Redescobrindo o Assistido”, que é fruto da parceria entre Defensoria Pública do Pará e Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), foi entregue na manhã desta quarta-feira, 13/06, no auditório do prédio-sede da Defensoria, a 2ª fase do projeto que contou com a participação do Defensor Público Geral, Antônio Cardoso e da equipe da Defensoria que participou do projeto, do Diretor de Estatística e de Tecnologia e Gestão da Informação do Idesp, Sérgio Gomes, do Coordenador do Projeto, Josep Vidal e de toda a equipe técnica responsável pela pesquisa.
Iniciado em 2010, o projeto “Redescobrindo o Assistido” é fruto do convênio firmado entre a Defensoria Pública e o Idesp, objetivando quantificar as demandas de assistidos e de defensores por localidades, além de identificar os perfis sociais, econômicos e culturais na capital paraense, bem como as necessidades desses assistidos em relação ao cumprimento dos direitos garantidos constitucionalmente. Já no seu 2º ano de realização, o projeto agora é mais abrangente e faz uma análise de todas as 12 regionais da Defensoria pelo interior do Estado.
Durante o evento, o coordenador acadêmico do projeto, Josep Pont Vidal, apontou as diferenças e semelhanças com a primeira fase da pesquisa a qual ocorreu somente na Região Metropolitana de Belém (RMB). Desta vez, os estudos ocorreram em todos os 12 núcleos regionais da Defensoria Pública localizados no interior do Estado entre o final de 2011 e início de 2012.
O trabalho foi realizado por uma equipe multidisciplinar composta por sociólogos, assistentes sociais, economistas entre outros profissionais que aplicaram 729 questionários e realizaram 24 entrevistas a fim de medir a capacidade e o desempenho institucional da Defensoria Pública do Pará, avaliando o atendimento, as comunicações internas e externas, as decisões e o planejamento da gestão em cada núcleo.
Segundo Vidal, juntamente com a equipe do projeto, nesta segunda fase, foi possível aprofundar alguns aspectos de análise, que estão descritos em um relatório composto por três volumes, os quais apresentam as dificuldades enfrentadas em cada núcleo, como problemas de estrutura, acessibilidade, equipes reduzidas, falta de articulação entre os órgãos presentes nos municípios, entretanto o grau de satisfação dos assistidos no interior é proporcionalmente maior do que na RMB.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Inflação recua 0,26 pontos percentuais na RMB
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do mês de maio de 2012 apresentou redução de 0,26 pontos percentuais em relação ao mês anterior, gerando uma inflação de 0,94% para as famílias residentes na Região Metropolitana de Belém que recebem de 1 a 8 salários mínimos. É o que aponta o boletim publicado pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP).
De acordo com a pesquisa, dos nove grupos de despesas, quatro estão acima do Índice Geral: Móveis e Equipamentos Domésticos (4,03%), Despesas e Serviços Pessoais (1,82%), Alimentação e Bebidas (1,33%) e Vestuário (1,08%). Dois ficaram abaixo da taxa: Habitação (0,62%) e Transportes (0,05%). Três registraram taxas negativas: Educação, Leitura e Papelaria (0,26%), Comunicação (0,78%) e Saúde e Cuidados Pessoais (1,21%).
O grupo Móveis e Equipamentos Domésticos (4,03%), com influência de 7,86% na estrutura do IPC, foi um dos que contribuiu para que o Índice Geral não tivesse recuado mais, apesar da redução de juros e do Imposto de Produtos Industrializados (IPI), a demanda por bens duráveis, impulsiona os preços principalmente de itens como manutenção de móveis (48,71%), Mobiliário (7,14%) e os Eletrodomésticos (3,10%).
O grupo de Despesas e serviços Pessoais registrou a segunda maior taxa de 1,82%. Crescimento decorrente de rejustes de preços em itens como: máquina fotográfica (13,50%), barbeiro (9,92%), sapateiro (9,77%) e funeral (9,69%). Entretanto, com peso de 34% nas despesas das famílias, o grupo Alimentação e Bebidas (1,33%) foi o que teve maior responsabilidade sobre o resultado final do IPC.
Os subitens que mais influenciaram para a elevação dos preços no grupo foram os Cereais, Leguminosas e Oleaginosas (5,14%), sendo o aumento do preço do feijão provocado por problemas climáticos nos centros produtores e pela redução de área plantada, dando lugar ao cultivo de outros grãos mais lucrativos como a soja. Já, os produtos de grande consumo do belenense que registraram taxas negativas, atenuando o resultado final do índice médio do grupo, não só pelo consumo, mas pela participação na estrutura do IPC foram: Carnes e Vísceras (-0,77%), Aves e Ovos (-0,98%) e Peixes e Crustáceos (-5,49%).
Por sinal, a cesta básica do mês de maio custou R$ 220,69 (Duzentos e vinte reais e sessenta e nove centavos), correspondendo a 35,48% do salário mínimo vigente, de R$ 622,00 (Seiscentos e vinte e dois reais), apresentando variação de 3,01% em relação ao mês de abril/12. Dessa forma, para adquirir os produtos da cesta, o trabalhador precisou cumprir uma jornada de trabalho de 85 horas e 92 minutos.
No grupo Vestuário (1,08%), a taxa foi impulsionada por itens como Roupas de Criança (3,01%); Roupa Feminina (2,57%) e Acessório Feminino/Masculino (2,13%). Em Habitação (0,62%), destacaram-se: aluguel (4,76%), gás de bujão (4,36%), material de pintura em geral (9,57%), ferragens (11,97%) e ainda o subgrupo Artigo de Limpeza e Descartáveis (2,09%). No grupo Transportes (0,05%), apesar da permanência de alguns preços, itens como automóvel usado (-5,89%) e conserto de auto(-0,27%) registraram deflação.
Em Comunicação (-0,78%), a taxa negativa foi pressionada pelo subitem Despesa com Telefone (-0,78%). Assim como em Educação, Leitura e Papelaria (-0,26%), a redução é justificada pela permanência dos preços médios das mensalidades dos cursos fundamental /médio/ superior e de itens como: livro escolar, livro e revistas técnicas, assinatura de jornal e periódicos, além das taxas negativas nos itens caderno (2,83%) e outros artigos de papelaria (3,26%). Por fim, o grupo que apresentou maior taxa negativa foi Saúde e Cuidados Pessoais (-1,21%), com destaque para deflação em Óculos e Lentes (-12,03%) e Higiene Pessoal (-1,68%).
A taxa acumulada do IPC/IDESP relativa aos últimos 12 meses (julho/11-maio/12) foi de 11,01%, acima 2,36 pontos percentuais do resultado observado para o período (julho/10 – maio/11). O acumulado no ano (jan – maio/12) alcançou 6,16%, quase o dobro dos 3,65% registrado no mesmo período do de 2011.
De acordo com a pesquisa, dos nove grupos de despesas, quatro estão acima do Índice Geral: Móveis e Equipamentos Domésticos (4,03%), Despesas e Serviços Pessoais (1,82%), Alimentação e Bebidas (1,33%) e Vestuário (1,08%). Dois ficaram abaixo da taxa: Habitação (0,62%) e Transportes (0,05%). Três registraram taxas negativas: Educação, Leitura e Papelaria (0,26%), Comunicação (0,78%) e Saúde e Cuidados Pessoais (1,21%).
O grupo Móveis e Equipamentos Domésticos (4,03%), com influência de 7,86% na estrutura do IPC, foi um dos que contribuiu para que o Índice Geral não tivesse recuado mais, apesar da redução de juros e do Imposto de Produtos Industrializados (IPI), a demanda por bens duráveis, impulsiona os preços principalmente de itens como manutenção de móveis (48,71%), Mobiliário (7,14%) e os Eletrodomésticos (3,10%).
O grupo de Despesas e serviços Pessoais registrou a segunda maior taxa de 1,82%. Crescimento decorrente de rejustes de preços em itens como: máquina fotográfica (13,50%), barbeiro (9,92%), sapateiro (9,77%) e funeral (9,69%). Entretanto, com peso de 34% nas despesas das famílias, o grupo Alimentação e Bebidas (1,33%) foi o que teve maior responsabilidade sobre o resultado final do IPC.
Os subitens que mais influenciaram para a elevação dos preços no grupo foram os Cereais, Leguminosas e Oleaginosas (5,14%), sendo o aumento do preço do feijão provocado por problemas climáticos nos centros produtores e pela redução de área plantada, dando lugar ao cultivo de outros grãos mais lucrativos como a soja. Já, os produtos de grande consumo do belenense que registraram taxas negativas, atenuando o resultado final do índice médio do grupo, não só pelo consumo, mas pela participação na estrutura do IPC foram: Carnes e Vísceras (-0,77%), Aves e Ovos (-0,98%) e Peixes e Crustáceos (-5,49%).
Por sinal, a cesta básica do mês de maio custou R$ 220,69 (Duzentos e vinte reais e sessenta e nove centavos), correspondendo a 35,48% do salário mínimo vigente, de R$ 622,00 (Seiscentos e vinte e dois reais), apresentando variação de 3,01% em relação ao mês de abril/12. Dessa forma, para adquirir os produtos da cesta, o trabalhador precisou cumprir uma jornada de trabalho de 85 horas e 92 minutos.
No grupo Vestuário (1,08%), a taxa foi impulsionada por itens como Roupas de Criança (3,01%); Roupa Feminina (2,57%) e Acessório Feminino/Masculino (2,13%). Em Habitação (0,62%), destacaram-se: aluguel (4,76%), gás de bujão (4,36%), material de pintura em geral (9,57%), ferragens (11,97%) e ainda o subgrupo Artigo de Limpeza e Descartáveis (2,09%). No grupo Transportes (0,05%), apesar da permanência de alguns preços, itens como automóvel usado (-5,89%) e conserto de auto(-0,27%) registraram deflação.
Em Comunicação (-0,78%), a taxa negativa foi pressionada pelo subitem Despesa com Telefone (-0,78%). Assim como em Educação, Leitura e Papelaria (-0,26%), a redução é justificada pela permanência dos preços médios das mensalidades dos cursos fundamental /médio/ superior e de itens como: livro escolar, livro e revistas técnicas, assinatura de jornal e periódicos, além das taxas negativas nos itens caderno (2,83%) e outros artigos de papelaria (3,26%). Por fim, o grupo que apresentou maior taxa negativa foi Saúde e Cuidados Pessoais (-1,21%), com destaque para deflação em Óculos e Lentes (-12,03%) e Higiene Pessoal (-1,68%).
A taxa acumulada do IPC/IDESP relativa aos últimos 12 meses (julho/11-maio/12) foi de 11,01%, acima 2,36 pontos percentuais do resultado observado para o período (julho/10 – maio/11). O acumulado no ano (jan – maio/12) alcançou 6,16%, quase o dobro dos 3,65% registrado no mesmo período do de 2011.
sábado, 26 de maio de 2012
Comemoração do dia do estatístico e do geógrafo
No próximo dia 29 de maio, terça-feira, são comeorados os dias do estatístico e do geógrafo, por isso o IDESP vai comemorar a data com uma programação especial:
O evento ocorrerá no auditório do Instituto, localizado na Rua Municipalidade, 1461. As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo site www.idesp.pa.gov.br
O evento ocorrerá no auditório do Instituto, localizado na Rua Municipalidade, 1461. As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo site www.idesp.pa.gov.br
terça-feira, 15 de maio de 2012
IPC aumenta 1,20% em abril na RMB
As variações dos preços de bens e serviços que compõem o orçamento das famílias residentes na Região Metropolitana de Belém (RMB) com rendimentos de 1 a 8 salários mínimos, provocaram a taxa de 1,20% no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) durante o mês de abril, sendo 0,45% superior ao mês de março. Para as famílias que recebem de 1 a 40 salários, a taxa foi de 1,34%. Na avaliação dos últimos 12 meses (maio/11 a abril/12), a taxa foi de 10,76% e de 5,18% no acumulado do ano (janeiro a abril/12).
Os resultados foram calculados pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP). A pesquisa apontou alta acima do índice geral nos grupos Saúde e Cuidados Pessoais (4,31%) e Vestuário (1,49%). Além desses, os grupos Móveis e Equipamentos Domésticos (1,06%), Despesas e Serviços Pessoais (0,93%), Alimentação e Bebidas (0,89%), Transportes (0,81%), Habitação (0,69%) e Comunicação (0,19%) também apresentaram aumento de preços. A única exceção, com variação negativa de 1,57% foi do grupo Educação, Leitura e Papelaria.
A variação de 4,31% em saúde e Cuidados Especiais é explicada pela alta de preços dos subitens Óculos e Lentes (8,34%) e Cuidados Pessoais (3,99%). Já, no grupo Vestuário (1,49%), a proximidade do “Dia das Mães” aqueceu as compras, gerando altas principalmente nos subitens Acessórios Femininos e Masculinos (6,64%), Calçados Femininos (3,26 %) e relógio de pulso feminino (3,27%).
Em Móveis e Equipamentos Domésticos a taxa de 1,06% foi pressionada pelo subitem Mobiliário que teve acréscimo de 3,45. No grupo Despesas e Serviços Pessoais o reajuste de 21,53% no valor do cigarro majorou a taxa em 0,93%. Em Transportes, a taxa de 0,81% destacaram-se os subitens: lavagem/lubrificação (18,06%) motocicleta (5,84%), câmara/pneu (4,13%), óleo lubrificante (3,32%) e conserto de auto (1,47%).
No grupo Alimentação e Bebidas com uma variação percentual de 0,89% destaca-se o subgrupo Alimentação no Domicilio, no qual os preços médios dos produtos aumentaram 1,62% com destaque para: Cereais, Leguminosas e Oleaginosas (6,25%)- feijão jalo (13,73%), feijão rajado (11,84%) e arroz polido (2,62%); carnes frescas e vísceras (1,08%)- pá (6,60%), agulha (4,72%), peito de boi (3,78%), carne moída de primeira (2,20%) e costela de boi (2,04%). Os reajustes nos preços médios do arroz, feijão e carne são provocados pelas mudanças climáticas, que causam a redução da oferta dos produtos e a elevação no preço final dos produtos.
Os substitutos imediatos das carnes vermelhas registraram aumentos significantes: Aves e Ovos (1,01%)- frango abatido (2,67%) e ovo de galhinha (3,35%). Seguindo a mesma tendência de preços elevados os Peixes e Crustáceos (3,46%)- peixe serra (11,27%), piramutaba (6,29%), tainha (4,39%), pescada (1,48%) e camarão fresco regional (1,02%). Hortaliças Legumes e Verduras (3,90%) e Frutas (8,55%). Já o valor da Cesta Básica, durante o mês de abril, correspondeu a 34,45% do salário mínimo vigente de R$ 622,00 (Seiscentos e vinte e dois reais), apresentando variação de 4,24% em relação ao mês de março/12, quando registrou taxa negativa de 2,69%.
No grupo Habitação, com crescimento de 0,69%, os itens com comportamento ascendente foram material hidráulico (14,00%), material elétrico (3,69%), matéria de pintura (1,93%) e tinta para casa (0,77%). Em Comunicação a taxa de 0,19% foi influenciada pelos itens TV por assinatura (7,98%) e aparelho de telefone celular (0,19%). Em compensação, o grupo Educação Leitura e Papelaria, único com comportamento negativo de 1,57%, os itens responsáveis pela deflação foram: uniforme escolar (-2,78%), assinatura de periódicos (-0,30%), outros artigos de papelaria (-4,57%) e livros não didáticos (-3,31%).
Os resultados foram calculados pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP). A pesquisa apontou alta acima do índice geral nos grupos Saúde e Cuidados Pessoais (4,31%) e Vestuário (1,49%). Além desses, os grupos Móveis e Equipamentos Domésticos (1,06%), Despesas e Serviços Pessoais (0,93%), Alimentação e Bebidas (0,89%), Transportes (0,81%), Habitação (0,69%) e Comunicação (0,19%) também apresentaram aumento de preços. A única exceção, com variação negativa de 1,57% foi do grupo Educação, Leitura e Papelaria.
A variação de 4,31% em saúde e Cuidados Especiais é explicada pela alta de preços dos subitens Óculos e Lentes (8,34%) e Cuidados Pessoais (3,99%). Já, no grupo Vestuário (1,49%), a proximidade do “Dia das Mães” aqueceu as compras, gerando altas principalmente nos subitens Acessórios Femininos e Masculinos (6,64%), Calçados Femininos (3,26 %) e relógio de pulso feminino (3,27%).
Em Móveis e Equipamentos Domésticos a taxa de 1,06% foi pressionada pelo subitem Mobiliário que teve acréscimo de 3,45. No grupo Despesas e Serviços Pessoais o reajuste de 21,53% no valor do cigarro majorou a taxa em 0,93%. Em Transportes, a taxa de 0,81% destacaram-se os subitens: lavagem/lubrificação (18,06%) motocicleta (5,84%), câmara/pneu (4,13%), óleo lubrificante (3,32%) e conserto de auto (1,47%).
Os substitutos imediatos das carnes vermelhas registraram aumentos significantes: Aves e Ovos (1,01%)- frango abatido (2,67%) e ovo de galhinha (3,35%). Seguindo a mesma tendência de preços elevados os Peixes e Crustáceos (3,46%)- peixe serra (11,27%), piramutaba (6,29%), tainha (4,39%), pescada (1,48%) e camarão fresco regional (1,02%). Hortaliças Legumes e Verduras (3,90%) e Frutas (8,55%). Já o valor da Cesta Básica, durante o mês de abril, correspondeu a 34,45% do salário mínimo vigente de R$ 622,00 (Seiscentos e vinte e dois reais), apresentando variação de 4,24% em relação ao mês de março/12, quando registrou taxa negativa de 2,69%.
No grupo Habitação, com crescimento de 0,69%, os itens com comportamento ascendente foram material hidráulico (14,00%), material elétrico (3,69%), matéria de pintura (1,93%) e tinta para casa (0,77%). Em Comunicação a taxa de 0,19% foi influenciada pelos itens TV por assinatura (7,98%) e aparelho de telefone celular (0,19%). Em compensação, o grupo Educação Leitura e Papelaria, único com comportamento negativo de 1,57%, os itens responsáveis pela deflação foram: uniforme escolar (-2,78%), assinatura de periódicos (-0,30%), outros artigos de papelaria (-4,57%) e livros não didáticos (-3,31%).
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Pará teve crescimento de quase 95% na geração de empregos em nove anos
Artigo do Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP), divulgado hoje (02), mostra que o estado do Pará teve crescimento de 94,8% na geração de empregos formais, o equivalente a 462.867 novos postos de trabalhos, entre os anos de 2001 e 2010, maior que a média brasileira de 62,1%. O documento destaca alguns aspectos da dinâmica do mercado de trabalho paraense, no período citado, a partir da sistematização de dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
De acordo com o artigo, o mercado de trabalho no Estado segue a tendência nacional de formalização dos vínculos empregatícios, comportamento esse causado por fatores como: demanda crescente por profissionais de áreas como saúde e educação devido à expansão e descentralização de serviços públicos universalizantes; políticas de transferência de renda e de valorização do Salário Mínimo, estimulando a demanda por bens e serviços; aumento e diversificação do crédito financeiro tanto para famílias quanto para empresas; implantação de imposto simplificado voltado às micro e pequenas empresas, favorecendo a formalização e a criação de empreendimentos; maior atuação do Ministério do Trabalho e Emprego na fiscalização das contratações de mão de obra.
No que tange a descentralização espacial, no Pará, também pode-se observar um crescimento na participação de vários municípios do interior na geração de empregos do Estado. Enquanto, no período em análise, a capital Belém registrou uma expansão de 47,3% na criação de novos empregos formais, os outros municípios cresceram 51,4%.
Entretanto, mesmo sem levar em consideração a capital, os empregos ainda se concentram em um grupo pequeno de municípios do interior paraense. No período de 2001 a 2010, pode-se observar que apenas 12 dos 143 municípios que compõem o Estado foram responsáveis por 51% da geração de empregos formais, são eles: Ananindeua, Marabá, Parauapebas, Santarém, Castanhal, Paragominas, Barcarena, Marituba, Tucuruí, Redenção, Altamira e Tailândia.
Dentre as Regiões d Integração (RI), as seis que apresentaram crescimento relativo superior à média do Estado (151,3%) foram: Tapajós (276,4%), Carajás (260,1%), Tocantins (206,9%), Araguaia (193,4%), Marajó (170,6%) e Xingu (167,0). Em conseqüência, aumentaram sua participação no estoque de empregos do Estado, destacando-se a RI Carajás que passou de 11,9% em 2001 para 17,1% em 2010, sendo a que mais cresceu em termos absolutos, com destaque para Marabá e Parauapebas.
Por fim, a diversificação econômica ocorrida no Estado do Pará, durante o período analisado, deve-se fundamentalmente aos grandes projetos de mineração, às construções de Usinas Hidrelétricas e à expansão da agropecuária.
De acordo com o artigo, o mercado de trabalho no Estado segue a tendência nacional de formalização dos vínculos empregatícios, comportamento esse causado por fatores como: demanda crescente por profissionais de áreas como saúde e educação devido à expansão e descentralização de serviços públicos universalizantes; políticas de transferência de renda e de valorização do Salário Mínimo, estimulando a demanda por bens e serviços; aumento e diversificação do crédito financeiro tanto para famílias quanto para empresas; implantação de imposto simplificado voltado às micro e pequenas empresas, favorecendo a formalização e a criação de empreendimentos; maior atuação do Ministério do Trabalho e Emprego na fiscalização das contratações de mão de obra.
No que tange a descentralização espacial, no Pará, também pode-se observar um crescimento na participação de vários municípios do interior na geração de empregos do Estado. Enquanto, no período em análise, a capital Belém registrou uma expansão de 47,3% na criação de novos empregos formais, os outros municípios cresceram 51,4%.
Entretanto, mesmo sem levar em consideração a capital, os empregos ainda se concentram em um grupo pequeno de municípios do interior paraense. No período de 2001 a 2010, pode-se observar que apenas 12 dos 143 municípios que compõem o Estado foram responsáveis por 51% da geração de empregos formais, são eles: Ananindeua, Marabá, Parauapebas, Santarém, Castanhal, Paragominas, Barcarena, Marituba, Tucuruí, Redenção, Altamira e Tailândia.
Dentre as Regiões d Integração (RI), as seis que apresentaram crescimento relativo superior à média do Estado (151,3%) foram: Tapajós (276,4%), Carajás (260,1%), Tocantins (206,9%), Araguaia (193,4%), Marajó (170,6%) e Xingu (167,0). Em conseqüência, aumentaram sua participação no estoque de empregos do Estado, destacando-se a RI Carajás que passou de 11,9% em 2001 para 17,1% em 2010, sendo a que mais cresceu em termos absolutos, com destaque para Marabá e Parauapebas.
Por fim, a diversificação econômica ocorrida no Estado do Pará, durante o período analisado, deve-se fundamentalmente aos grandes projetos de mineração, às construções de Usinas Hidrelétricas e à expansão da agropecuária.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Pará é responsável por 40% da geração de emprego na Região Norte durante os três primeiros meses do ano
O Pará foi o Estado da Região Norte que registrou a maior geração de empregos nos últimos doze meses (abr/11 a mar/12), com a criação de 48.932 postos de trabalho formais, sendo também o responsável por mais de 40% (4.507 postos) das novas vagas no acumulado do ano de 2012, mesmo com uma redução de 146 postos durante o mês de março.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), sistematizados pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP), que destacou também o comportamento do mercado de trabalho paraense por setores e por municípios durante o mês de março de 2012.
De acordo com o Caged, a Construção Civil teve o melhor desempenho com a geração de 1.074 postos de trabalho, motivada em grande parte pelas obras da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. O setor Serviços obteve o segundo melhor resultado, com 390 novos empregos formais. Extrativa Mineral e Administração pública também registraram saldo positivo, com a criação de 221 e 15 postos, respectivamente.
Na contramão, o saldo negativo do mês deveu-se a redução de postos de trabalho na Indústria de Transformação (-772 postos), no Comércio (-697), no setor Serviços industriais de utilidade pública (-190) e na Agropecuária (-187).
Dentre os dez municípios que mais se destacaram na geração de empregos estão Altamira (1.508), Parauapebas (515), Canaã dos Carajás (245), Breu Branco (108), Oriximiná (81), Moju (78), Tomé-Açú (49), Santa Maria das Barreiras (39) Rondón do Pará (39) e Abaetetuba (32). Aqueles que tiveram os maiores números de desligamentos foram Belém (-947), Almerim (-334), Ananindeua (-326), Tailândia (-288), Marabá (-164), Barcarena (-151), Castanhal (-124), Jacundá (-99), Tucuruí (-85) e Itaituba (-74).
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), sistematizados pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP), que destacou também o comportamento do mercado de trabalho paraense por setores e por municípios durante o mês de março de 2012.
De acordo com o Caged, a Construção Civil teve o melhor desempenho com a geração de 1.074 postos de trabalho, motivada em grande parte pelas obras da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. O setor Serviços obteve o segundo melhor resultado, com 390 novos empregos formais. Extrativa Mineral e Administração pública também registraram saldo positivo, com a criação de 221 e 15 postos, respectivamente.
Na contramão, o saldo negativo do mês deveu-se a redução de postos de trabalho na Indústria de Transformação (-772 postos), no Comércio (-697), no setor Serviços industriais de utilidade pública (-190) e na Agropecuária (-187).
Dentre os dez municípios que mais se destacaram na geração de empregos estão Altamira (1.508), Parauapebas (515), Canaã dos Carajás (245), Breu Branco (108), Oriximiná (81), Moju (78), Tomé-Açú (49), Santa Maria das Barreiras (39) Rondón do Pará (39) e Abaetetuba (32). Aqueles que tiveram os maiores números de desligamentos foram Belém (-947), Almerim (-334), Ananindeua (-326), Tailândia (-288), Marabá (-164), Barcarena (-151), Castanhal (-124), Jacundá (-99), Tucuruí (-85) e Itaituba (-74).
terça-feira, 17 de abril de 2012
Inflação recua e atinge taxa de 0,75% em março na RMB
Durante o mês de março de 2012, a inflação recuou 0,66 pontos percentuais e atingiu uma taxa de 0,75% na Região Metropolitana de Belém, considerando as variações de preços dos bens e serviços que compõem o orçamento das famílias com rendimentos entre um e oito salários mínimos. Foi o que apontou o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP).
Em grande parte, a baixa se deve à desvalorização do dólar que provocou a estabilidade dos preços das importações e encareceu as exportações brasileiras, gerando aumento de oferta no mercado interno, tornando a maioria dos preços estáveis. Apesar disso, dos nove grupos de despesa pesquisados, três apresentaram taxa acima da média geral, foram eles: Transporte (1,30%), Vestuário (1,13%) e Alimentação e Bebidas (1,10%).
Com exceção do grupo Comunicação que se manteve no mesmo patamar do mês anterior, os demais grupos ficaram do índice geral: Despesas e Serviços Pessoais (0,72%), Educação, Leitura e Papelaria (0,32%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,26%), Habitação (0,18%), Moveis e Equipamentos Domésticos (0,06%).
Confira a íntegra do boletim no site http://www.idesp.pa.gov.br/
Em grande parte, a baixa se deve à desvalorização do dólar que provocou a estabilidade dos preços das importações e encareceu as exportações brasileiras, gerando aumento de oferta no mercado interno, tornando a maioria dos preços estáveis. Apesar disso, dos nove grupos de despesa pesquisados, três apresentaram taxa acima da média geral, foram eles: Transporte (1,30%), Vestuário (1,13%) e Alimentação e Bebidas (1,10%).
Com exceção do grupo Comunicação que se manteve no mesmo patamar do mês anterior, os demais grupos ficaram do índice geral: Despesas e Serviços Pessoais (0,72%), Educação, Leitura e Papelaria (0,32%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,26%), Habitação (0,18%), Moveis e Equipamentos Domésticos (0,06%).
Confira a íntegra do boletim no site http://www.idesp.pa.gov.br/
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